Mindex Proof
Em operaçãoAprovação de arte por link. O cliente abre a prova, comenta em cima da própria peça, aprova ou reprova e devolve com um clique — sem instalar nada, sem criar conta e sem anexo indo e voltando por e-mail.
Arte aprovada por e-mail
é anexo indo e voltando
Proof é o nome da prova de impressão: a versão da arte que o cliente confere antes de ela ir para a gráfica. O jeito comum de fazer essa conferência é mandar o PDF por e-mail e esperar a resposta pelo mesmo caminho, com a correção descrita num parágrafo, longe da peça a que ela se refere.
E quando a resposta é só “não aprovado”, sem dizer o quê, a rodada seguinte nasce cega: não há o que corrigir, só o que adivinhar.
Um link por prova,
a decisão em cima da peça
Cada aprovador recebe um e-mail com o link da prova. Um clique abre a peça no navegador, página a página. O link já sabe quem é a pessoa, então ninguém digita nome, e-mail nem senha.
O comentário vai na região da peça. A pessoa marca o trecho que quer mudar ou sobre o qual quer perguntar, e escreve ali mesmo.
São dois botões: aprovar ou reprovar. Reprovar só funciona depois de escrever a observação, porque reprovação sem motivo não diz o que corrigir.
A decisão volta para mim por e-mail, com cópia para quem decidiu: as duas partes ficam com o comprovante.
Correção vira rodada nova, num endereço novo. A versão 2 não apaga a 1, então sempre dá para saber qual versão foi aprovada e reabrir a anterior.
Qualquer peça que
precise de um sim
Impresso
Cartão de visita, folder, encarte, catálogo.
Embalagem
Caixa, rótulo e o manual que vai dentro, na mesma prova quando respondem pela mesma alteração.
Digital
Post e peça de rede social, que também passam por aprovação antes de sair.
Rodando com cliente real
O Proof está em uso desde 15 de setembro de 2026 com uma indústria cliente, em peças de família diferente: cartões de visita, uma embalagem com o manual do produto e um encarte. Nas duas primeiras, nada pediu para torcer o desenho do sistema, e essa era a pergunta que o primeiro uso tinha de responder.
Na embalagem, a prova serviu também para perguntar. O cliente respondeu comentando na própria peça, a correção saiu e a rodada 2 foi pelo próprio Proof — o ciclo inteiro de ida e volta sem nenhum e-mail à parte.
Conferida antes
de chegar ao cliente
A peça aparece sobre fundo cinza claro, nunca sobre o escuro do resto da página. Cor de impressão julgada em fundo escuro engana, e uma aprovação dada assim pode ser contestada depois.
Antes de subir, cada prova é aberta num navegador de verdade e conferida página por página. Se alguma página não desenhou, a prova não sai — é melhor descobrir isso aqui do que o cliente abrir uma folha em branco.
O que ele não faz
- Não tem login nem senha. O link de cada aprovador é a credencial, e isso é escolha: é o mesmo nível de confiança de uma aprovação por e-mail, sem obrigar ninguém a criar conta. Se um cliente precisar de mais controle de acesso, dá para fechar.
- Não substitui a última conferência. Aprovado no Proof não quer dizer pronto para a gráfica. A leitura final, inclusive a dos QR codes no celular, continua sendo feita por uma pessoa.
- Não confere o conteúdo da arte. A conferência automática diz se cada página desenhou no navegador, não se o texto, a cor ou o QR code estão certos.
Como a sua arte é aprovada hoje?
Se a resposta for “por e-mail, e depois a gente procura qual versão foi”, o Proof foi feito para isso.