IA aplicada a problema real
Resolvo problemas da indústria — e construo a ferramenta quando ela não existe.
Pasta funciona
para guardar.
Não funciona para avisar.
Toda indústria já tem a informação certa guardada em algum lugar — o certificado que autoriza a venda do produto, a ficha técnica, a foto, o dado de embalagem — e está tudo etiquetado e correto, porque na hora de arquivar ninguém erra.
O problema aparece depois, quando alguém precisa saber se um desses certificados vence este ano: é levantar, ir até a gaveta, achar a pasta, abrir e ler a data, produto por produto. Como isso não está na agenda de ninguém, ninguém vai, e o vencimento acaba aparecendo no pior momento, que é o cliente pedindo o documento atualizado ou o auditor já sentado na sala.
É o mesmo problema de uma habilitação vencida: o documento não avisa. Você descobre na blitz.
Particularmente, não considero isso desorganização. As pastas costumam estar impecáveis; o que falta é alguém olhando para elas todo dia, e esse é um trabalho que ninguém deveria estar fazendo à mão.
O que dá para contratar
Dá para me contratar para construir a ferramenta que resolve um problema da sua operação e colocá-la para rodar, ou para produzir conteúdo técnico, texto e imagem de produto feitos a partir da documentação que você já tem. Os três sistemas abaixo saíram desse trabalho e mostram o tipo de coisa que eu entrego: Docs e Proof já rodam com cliente, e o Flow está em implantação.
Mindex Docs
Organiza a documentação de produto e fica de olho nela, de modo que o certificado perto de vencer aparece na tela com a contagem de dias, em vez de depender de alguém lembrar.
ConhecerMindex Flow
Produz conteúdo técnico a partir da documentação já organizada, dividindo o serviço: a IA cria o cenário, que é o fundo e a ambientação da imagem, e um programa carimba por cima o que não pode ser inventado.
ConhecerMindex Proof
Leva a aprovação de arte para um link, em que o cliente abre a prova (a versão que ele confere antes de a peça ir para a gráfica), comenta em cima da própria peça e aprova ou reprova com um clique.
ConhecerUm sistema em uso, com os números dele
Os números abaixo vêm do Mindex Docs em uso numa indústria nacional com catálogo certificado, que eu não cito pelo nome porque ainda não tenho autorização por escrito para isso.
Sete desses 54 certificados vencem nos próximos doze meses. Conferir isso na mão é abrir 54 pastas e ler 54 datas, o que, a três minutos por pasta (chute conservador para quem ainda precisa achar a pasta), dá quase três horas, e por isso, pelo que eu vejo, quase ninguém confere todo mês. Aqui essa conferência é a primeira coisa que aparece ao abrir o sistema, com a contagem de dias ao lado de cada produto.
Quatro regras que não se negociam
O programa extrai o dado.
A IA organiza a apresentação.
IA erra número com toda a confiança do mundo, e em documento legal isso não pode acontecer; por isso o número técnico é lido do arquivo oficial por um programa comum, sem passar por interpretação nenhuma.
Nada é publicado
sem aprovação humana.
Todo conteúdo chega como rascunho para alguém aprovar, e isso é regra fixa do sistema, não opção de configuração. Eu não acho que uma empresa deva ter um programa publicando em nome dela sem revisão, mesmo que isso deixe cada publicação um pouco mais lenta.
Entrega em etapas.
Cada uma funciona sozinha.
Você vê o resultado de uma antes de decidir a próxima, e nunca fica com projeto grande em aberto sem retorno visível.
Simples de propósito.
Sem dependência que expira.
O que eu entrego você consegue abrir, ler e continuar usando sem mim, inclusive daqui a cinco anos, porque não depende de framework nem de biblioteca que envelhece. Pessoalmente, acho que a indústria já tem complexidade demais para eu vender ainda mais.
Quatro ferramentas,
com o código aberto
Além dos produtos, existem ferramentas menores que nasceram de um problema concreto de operação e viraram programa: preenchimento automático de texto repetitivo, base de padrão técnico que abre sem internet, inventário de banco de fotos, agente financeiro que lança pela foto do comprovante e fecha o mês para o contador.
Todas têm o código publicado, então dá para ler como foram feitas antes de conversar comigo, em vez de acreditar na minha palavra.
Primeiro a fábrica,
depois o programa
A Mindex vem de vinte e cinco anos dentro da indústria gráfica, trabalhando com desenvolvimento de embalagem e atendimento técnico, tempo em que deu para ver de perto onde uma fábrica perde dinheiro sem perceber.
Por isso a primeira pergunta que eu faço, antes de propor qualquer sistema, é onde o dinheiro vaza, seja num documento vencido, seja em hora parada esperando laudo, e só depois vem a conversa sobre qual ferramenta resolve.
Qual é o seu problema?
Conte o que está travando e, se a Mindex não for o caminho certo, eu digo isso também, porque é mais barato para os dois lados descobrir agora.